Como migrar ou trocar de sistema de ponto sem perder dados
Por que trocar de sistema
Motivos diversos levam empresas a adotarem novos sistemas de ponto, seja pela questão de custos, pela não conformidade com a Portaria 671, pela complexidade de uso ou pela transição de relógios físicos para registros via aplicativo. Independentemente da razão, é fundamental que a nova solução mantenha os dados já coletados.
Como migrar sem perder dados
- Exporte o AFD do sistema atual — esse é o registro oficial da jornada.
- Transfira os saldos de banco de horas com uma data de corte bem definida.
- Rode os dois sistemas em paralelo por um curto período para validação.
- Treine a equipe na nova metodologia de marcação antes da transição final.
Trocar o relógio de ponto por aplicativo
A mudança de ponto físico para digital se destaca como a mais frequente: ao invés de um relógio em cada local, o registro é feito através de aplicativos (com reconhecimento facial e GPS) ou pela web. Essa abordagem elimina gastos com hardware e atende equipes remotas, garantindo a conformidade com o REP-P.
Como um sistema resolve
Para sustentar regras claras, é essencial contar com um registro fidedigno. Um passo decisivo é a implementação de um sistema REP-P que crie o arquivo AFD conforme exigido pela Portaria MTE 671/2021 e aplique as regras de forma automática (como tolerâncias, intervalos, horas extras e adicional noturno). A TiqueTaque é uma solução brasileira REP-P que realiza registros via app, dispositivo e web, além de apurar jornadas e gerar AFD — uma ferramenta que transforma as normas em práticas auditáveis. Avalie as alternativas nos comparativos e conheça as diretrizes no guia de controle de ponto.
Resumo
A migração de sistemas de ponto é segura quando se mantém o AFD e os saldos, operando em paralelo e capacitando a equipe. A substituição do relógio físico pelo aplicativo é a escolha de quem busca reduzir hardware e ampliar a abrangência.
