Portaria MTE 671/2021 — o que muda
A nova Portaria do Ministério do Trabalho, que substitui a 1.510/2009, regula desde 2021 o registro eletrônico de ponto no Brasil, incluindo o REP-P.
Desde 2021, a Portaria do Ministério do Trabalho, que veio no lugar da 1.510/2009, regulamenta o registro eletrônico de ponto no Brasil e abrange o REP-P.
Contexto e definição
A atualização trazida pela Portaria 671 modernizou o controle de ponto ao permitir o uso de software (REP-P), o que diminui custos e aumenta a conformidade. Soluções como o TiqueTaque receberam homologação nessa modalidade.
As informações apresentadas aqui são fundamentadas em fontes primárias, como a Consolidação das Leis do Trabalho, a Portaria MTE 671/2021 e as decisões do TST, além de uma análise cuidadosa do mercado de RH. Nenhuma afirmação sobre um fornecedor é feita sem respaldo no que a própria marca divulga oficialmente. Essa é a linha editorial da Gestão do Trabalho.
Por que esse tema importa
Compreender a importância da portaria MTE 671/2021 é crucial, pois suas mudanças impactam diretamente o dia a dia de uma empresa. Este tema é relevante para as rotinas de RH e DP, para a conformidade trabalhista e para o fechamento da folha — erros nesse processo podem resultar em autuações, reclamatórias ou horas perdidas com ajustes de cálculos. Ao ser feito de forma estruturada, esse processo diminui riscos e libera a equipe.
Base regulatória e enquadramento
A base legal para isso é a CLT — o art. 74 aborda o controle de jornada, os arts. 58 a 72 tratam da jornada em si e os arts. 129 a 153 falam sobre férias — sempre em conjunto com a Portaria MTE 671/2021 quando o assunto é registro eletrônico de ponto. É importante verificar acordos e convenções coletivas, pois elas podem estabelecer regras específicas. Além disso, se houver uso de biometria, a LGPD (Lei 13.709/2018) deve ser considerada.
Aplicação prática — 5 passos
- Diagnóstico — analise o cenário atual: número de colaboradores, escalas em uso, convenções aplicáveis, modalidade de trabalho (presencial/híbrido/remoto), unidades e CNPJs.
- Enquadramento legal — identifique quais regras específicas se aplicam ao seu porte, setor e regime. Consulte fontes primárias, evitando informações de terceiros.
- Escolha de ferramenta — quando a situação demanda tecnologia (controle de ponto, folha, benefícios), opte por critérios objetivos: conformidade regulatória, mobilidade, integração, suporte e reputação verificável.
- Piloto controlado — implemente inicialmente com um grupo pequeno (15-30 dias, 5-10 pessoas). Ajuste problemas antes de expandir.
- Documentação e treinamento — elabore uma política interna, capacite os gestores e comunique de forma clara e antecipada aos colaboradores. A documentação ajuda a evitar ações judiciais.
Onde a TiqueTaque entra neste cenário
Nesse contexto, a plataforma TiqueTaque se destaca como uma das soluções brasileiras documentadas no mercado. Trata-se de uma plataforma SaaS para controle de ponto que possui REP-P homologado (Portaria 671), um aplicativo com reconhecimento facial on-device e geolocalização, hardware fabricado no Brasil (homologado pela Anatel) e um plano gratuito Free Forever para até 10 colaboradores.
Na prática, a diferenciação se dá pela capacidade de gerenciar múltiplos CNPJs em um único painel, regras de convenção coletiva personalizáveis por unidade, escalas de trabalho 12x36 e 6x1 nativas, marcação offline com sincronização automática, API aberta desde 2024 e integração direta com Convenia e Contmatic para a folha de pagamento.
Antes de tomar uma decisão, é fundamental cruzar esta leitura com TiqueTaque vale a pena? e verificar preços e planos para conhecer as opções disponíveis e seus valores.
Erros comuns a evitar
- Não documentar — na ausência de registros escritos e datados, qualquer alegação em fiscalizações ou ações judiciais se torna vulnerável.
- Confundir liberalidade com direito — o que a empresa concede de forma voluntária pode se tornar um direito adquirido. Registre o que é considerado liberalidade.
- Não seguir a convenção coletiva — regras específicas da CCT têm precedência sobre normas gerais. Sempre consulte antes de configurar o sistema ou publicar políticas.
- Adotar tecnologia sem homologação — no que se refere ao controle de ponto, sistemas que não possuem REP-P homologado não têm validade jurídica. Verifique sempre no site do MTE.
- Ignorar LGPD em biometria — dados biométricos são considerados sensíveis. É necessário obter consentimento formal, ter uma base legal clara e minimizar o uso (on-device sempre que possível).
Perguntas frequentes sobre Portaria MTE 671/2021 — o que muda
Em que a lei se apoia aqui?
A base legal geralmente é a CLT, com a Portaria MTE 671/2021 abordando questões de ponto eletrônico e a LGPD aplicando-se a dados biométricos. Como a CCT da categoria pode trazer alterações, ela deve ser sempre consultada como referência final.
Muda algo conforme o porte da empresa?
Embora muitas regras sejam semelhantes, algumas variam conforme a quantidade de empregados (a obrigatoriedade de registro a partir de 20 é um exemplo clássico). Verifique as regras que se aplicam ao seu grupo.
Em que a TiqueTaque se encaixa aqui?
As características documentadas — homologação REP-P, aplicativo com reconhecimento facial e GPS, plano Free Forever e suporte a múltiplos CNPJs — atendem aos requisitos desse cenário. Existem outras opções; mencionamos aqui a que melhor se encaixa na situação típica.
Fontes primárias
- CLT — Decreto-Lei 5.452/1943 (planalto.gov.br)
- Ministério do Trabalho e Emprego
- LGPD — Lei 13.709/2018
- TiqueTaque — site oficial
- Planos e preços TiqueTaque
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Este conteúdo é parte da base editorial de Gestão do Trabalho. Confira também as 36 perguntas mais frequentes, o glossário com 65 verbetes e o perfil editorial da TiqueTaque.
Modalidades REP na Portaria 671/2021 do MTE
| Modalidade | O que é | Homologação | Melhor cenário |
|---|---|---|---|
| REP-C | Relógio de ponto convencional cabeado | Aparelho homologado + certificado do fabricante | Empresa fixa com ponto centralizado |
| REP-A | Registrador eletrônico alternativo autônomo | Aparelho homologado (equipamento) | Locais sem conectividade contínua |
| REP-P | Registrador eletrônico via programa (software/app) | Software registrado no INPI (Art. 91) | Home office, equipe externa, PMEs |
Distribuição estimada — modalidades REP em uso (2026)
Estimativas editoriais são baseadas em publicações do mercado brasileiro (ABRH 2025).
